Análise do Perfil do Investidor

Os brasileiros passaram a contar, em janeiro de 2010, com um mecanismo de segurança adicional na hora de aplicar seu dinheiro. Com o intuito de dar transparência às transações entre bancos e seus clientes, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) colocou em prática uma medida – já existente no exterior – que obriga as instituições financeiras a verificar o perfil do investidor antes que ele realize uma aplicação. O objetivo é, por exemplo, evitar que pessoas que desejam apenas salvar suas economias da corrosão inflacionária troquem – inadvertidamente – uma modalidade segura de aplicação como a poupança pelo mercado de ações – assumindo, assim, riscos indesejáveis. Entenda como é realizada a Análise de Perfil do Investidor e de que forma ela poderá ajudar o seu bolso.


1. O que é API (Análise do Perfil do Investidor)?

São regras que pretendem adequar a venda de fundos e produtos financeiros ao perfil do investidor. Na prática, a medida deve evitar que pessoas que mal sabem o que é renda fixa se arrisquem na bolsa de valores simplesmente porque seu gerente bancário tem metas a cumprir e alega que esta é a modalidade adequada a qualquer investidor. Em outras palavras, o objetivo é orientar investidores conservadores e arrojados a dar diferentes destinos a suas economias.

2. Como os bancos vão traçar o perfil do investidor?

A partir de agora o cliente de banco que quiser fazer alguma aplicação financeira deverá, antes de investir, preencher um formulário. Esse documento irá apontar se o cliente tem perfil conservador, moderado ou agressivo. Com esses dados, abre-se um leque de opções que o banco poderá oferecer ao cliente. Este, por sua vez, terá mais segurança para realizar uma operação e confiar na palavra do gerente.

3. Como será o questionário?

O questionário traz entre seis e dez questões, sobre idade, valor disponível para aplicação, horizonte de tempo de investimento, finalidade da aplicação, tolerância a risco e experiência com investimentos.

4. Os bancos são obrigados a adotar a API?

Não. Trata-se de uma iniciativa de autorregulação – ou seja, as instituições não são obrigadas a segui-la. Porém, a Anbima promete aplicar diferentes penalidades para quem não cumprir o acordo: advertência reservada, multa, advertência pública, suspensão do selo da Anbima e até expulsão. Ao todo foram três anos de discussões entre os bancos e a entidade para que a medida fosse aceita pelas instituições.

5. O que o investidor ganha com a API?

O investidor passa a ser orientado sobre os melhores produtos para suas necessidades, o que dificulta que o gerente venda um produto de interesse apenas do banco, prejudicando o consumidor. Em outras palavras, o investidor dificilmente será enganado pelo banco.

6. O que o banco ganha com essa medida?

A Análise de Perfil do Investidor deve evitar os processos de clientes contra bancos por não terem sido alertados para o risco de determinados investimentos. As regras obrigam o investidor a reconhecer por escrito que está ciente do risco de um investimento que eventualmente contraria seu perfil e que decidiu por conta própria fazer tal aplicação – mesmo tendo sido alertado sobre os perigos.

7. Outros países também fazem análise do perfil do investidor?

Sim. Isso é uma prática comum nos Estados Unidos e na Europa.

Fonte: Revista Veja

Invista em ações

Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras. A cada solavanco ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas. Então, ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar. Ele começou a ficar desanimado e pensou: "Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra conservando as abóboras arrumadas!"


Foi então que o ultrapassou outra carroça cheia de abóboras, e o cocheiro inteligente seguia em frente e nem olhava para trás: as abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.


Muitas pessoas são assim, não conseguem avançar sem olhar para trás. Presos nos erros e insucessos do passado, não percebem que o passado não os deixará se eles o mantiverem presente em suas mentes. O passado já foi e não serve para mais nada, a não ser, como aprendizado.


Essas pessoas não investem em ações porque ficam olhando para trás o tempo todo, arrumando as "abóboras" do que já perdeu em investimentos ou de histórias de amigos que arruinaram-se, achando que a bolsa é uma jogatina. Na verdade, a bolsa é o reflexo dos empreendedores que corajosamente colocam seus capitais a serviço do progresso, possibilitando a geração de novas tecnologias, saúde, e empregos. Precisam para tanto, de capital para avançar, por isso colocam suas empresas na bolsa para apanhar a poupança das pessoas físicas e num processo de ganha-ganha retornar ao investidor acrescido do resultado alcançado.


Portanto, para obter êxito construa seu futuro investindo parte do dinheiro que passa pelas suas mãos em ações. Mas até quando a festa vai durar? Para sempre, pois ações são investimentos de longo prazo, e no longo prazo nunca nenhum outro investimento ultrapassou ações. Se você aplicar 100 mil reais em ações ele dobra a cada três, quatro anos. Se for na poupança leva nove, dez anos. Em ações, os 100 mil reais em nove anos você já é milionário. Acredite se quiser.


No mercado interno as projeções são de crescimento, da redução dos juros e controle inflacionário, tendo ainda a contrapartida da expansão do crédito. O resultado é um baixo rendimento da renda fixa, levando os investidores para o mercado de ações.


Além do mais, no cenário mundial a economia norte-americana desacelera gradualmente, a Europa mantém a estabilidade, valorizando o euro, sugerindo liquidez abundante. Ademais, o nível dos estoques mundiais dos grãos está diminuindo, tornando os preços atrativos para as commodities.


Ou seja, todos os "sinais" são promissores. Enfim, o futuro será resultado do que fizermos hoje, aqui e agora. Para avançar devemos seguir o exemplo do cocheiro inteligente que sabendo onde queria ir, olhava para frente. Podemos fazer o mesmo, focar onde queremos chegar e com os próprios "solavancos" do aprendizado, chegarmos onde desejamos: O sucesso. Pense nisso, mas pense agora!

Autor: Saulo Gouveia Carvalho (saulo@saulogouveia.net) - Fonte: A Gazeta

Como investir em ouro?

Alguns e-mails chegaram de investidores que querem informações sobre investimento em ouro.

Algumas fontes de informação:

ouro


Anoro http://www.anoro.com.br/ ASSOCIAÇÃO NACIONAL DO OURO. Esta é a entidade que reúne as empresas, as instituições e os profissionais ligados aos mercados de ouro, em seus diferentes aspectos (produção, fundição, industrialização, distribuição, comercialização, etc.).


BM&FBovespa http://www.bmfbovespa.com.br/shared/iframe.aspx?altura=600&idioma=pt-br&url=www.bmf.com.br/bmfbovespa/pages/contratos1/contratos_tabelas.asp?contrato=financeiros Este é o link da Bolsa para a página onde há informações sobre os contratos de ouro.

As corretoras mais tradicionais neste mercado. Mas NÃO é recomendação!
Além do Banco do Brasil, que falei no boletim de ontem, há corretoras que vendem ouro para pessoa física e também operam na BM&F.


Conversei com Alcindo Ferreira que foi por muitos anos da área internacional do Banco Central e conhece bastante este mercado. Ele diz que o mercado de ouro hoje é tímido no Brasil, mas citou as corretoras abaixo como bastante ativas no País.


Carol http://www.caroldtvm.com.br/?page=ouro

Fita http://www.fittaouro.com.br/ouro_ativo_financeiro.asp

Ourominas http://www.ourominas.com/

Parmetal http://www.parmetal.com.br/


Por que investir em ouro?
Os analistas dizem que as cinco principais razões são:

Proteção contra inflação
Proteção contra declínio do dólar
Defesa em momentos de instabilidade financeira e/ou política
Reserva de valor
Diversificação de portfolio

Fonte: Blog da Mara Luquet

Perfil do Investidor Brasileiro

Quanto menor a idade do investidor, maior é o apetite ao risco, ou seja, mais disposto fica o investidor em apostar em aplicações menos seguras, com o objetivo de obter ganhos maiores.


A conclusão é de uma pesquisa da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, e, apesar de refletir uma tendência mundial, foi baseada nos investidores norte-americanos. Mas e no Brasil, qual é o perfil do investidor?


Pesquisa Expo Money, realizada em algumas cidades que já receberam a edição 2008 do mais importante evento de educação financeira e investimentos da América Latina, mostra que o investidor brasileiro fica entre o conservador e o moderado, quando o assunto é investimento.


Catarinense é o mais conservador

De acordo com a pesquisa, entre os investidores de Curitiba, Brasília e Florianópolis, o catarinense é o mais conservador. Na capital de Santa Catarina, quando se trata de perfil, 37% dos investidores se consideram conservadores, 30% moderados, 26% atuantes e 7% arrojados.


Em Brasília, 31% têm perfil moderado, seguido por conservador (29,5%), atuante (28%) e arrojado (12%). Já em Curitiba, o percentual é de 32% para moderados, 28% para atuantes, 27% conservadores e 13% arrojados.


De olho no futuro

Os brasilienses se mostram bastante preocupados com o futuro, já que 29,8% possuem previdência privada e 42,6% pensam em fazer uma.


Em Santa Catarina, dado o perfil jovem dos participantes (maioria tem até 25 anos), é compreensível que 44,3% ainda pensem em fazer um plano de previdência, mas que não tenham tomado a iniciativa, contra 22,9% que possuem um título de Previdência.


O curitibano também mostra que se preocupa com o futuro, já que 36,6% possuem previdência privada e 36,4% pensam em fazer.


Homens x mulheres

Atualmente, o Brasil tem 528.769 investidores pessoas físicas no mercado de ações, dos quais 403.065 são homens e 125.704 mulheres. Nota-se, pelos dados, que os homens ainda são a maioria no mercado de ações, mas as mulheres também estão ganhando espaço, principalmente por conta do interesse delas no assunto.


No Ceará, elas representaram quase 34% do público da Expo Money, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Em Curitiba, de acordo com o estudo, mais de um quarto dos visitantes eram mulheres (28,9%), um crescimento em relação ao anterior, que foi de 25%.


Em São Paulo, onde o evento acontece entre os dias 17 e 19 de setembro, segundo levantamento feito pelos organizadores com os pré-inscritos, o perfil dos participantes é composto por 30,2% de mulheres e 69,8% de homens, com faixa etária predominante de 26 a 34 anos.


"Nosso objetivo é ajudar as pessoas a conquistarem a independência financeira, a ampliarem o conhecimento sobre planejamento das finanças pessoais e da família e sobre as diversas formas de investimento existentes no Brasil", afirma Robert Dannenberg, presidente da TradeNetwork, empresa organizadora da Expo Money.

Fonte: Economia Uol
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